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Balanço

dezembro 11, 2013

Sou feito de vento. Não tenho substância

Empresto minha voz e minhas células ao caos do mar

Empresto minha pele e minhas pupilas ao caos do amor

Existo entre gingas, nos intervalos em que tu respiras,

meus pontos de equilíbrio são torpes. Desajeitam  este chão

para que nunca deixemos de dançar quando caminhamos

para que nunca deixemos de cantar quando transpiramos

para que a vida nunca nos deixe

enquanto respiramos.

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