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agosto 26, 2013

liberta teu cú
liberta tua pele
tua língua
tua boca e teu alimento

entre a freqüência das pupilas
-interferência-
se confronta esta corrente
músculo metálico
arquitetando o asfalto da normalidade

bebendo-me em teu chão
invertebrade
armando minha língua entre essa chuva de pêlos

boca monstra, boca tosca
doce
preenchida do que não presta
da voz que não é mais minha
voz sem propriedade
voz que delira
voz que não sabe

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